Eu achava que se eu fosse bem sucedida, as pessoas "não bem-sucedidas" poderiam ficar tristes.
Mas se eu brilho, se eu sou luz, não tenho como ofuscar ninguém.
Se eu brilho, eu ilumino o outro.
Se eu ilumino o outro, estou trazendo luz a ele.
E então brilhamos juntos.
20/09/2015
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Devaneios para aliviar a alma...
Quando me sinto sozinha, fecho os olhos e imagino um lugar que eu encontre pessoas que me amam pelo que sou.
Sinto saudade dos meus pais, meus irmãos, minha família.
E é como se, cada vez que eu fosse embora, ficasse um pouco de mim...
E pra cada lugar que vou, sinto falta de algo que não sei.
Será que deixei pra trás?
Ou sempre faltou e nunca senti?
As vezes é como se eu não tivesse dado atenção suficiente, amor suficiente...
Como se eu não estivesse estado o suficiente com eles. Presente o suficiente.
Estar presente... ser presente... SER.
Eu paro, respiro fundo, na esperança de encontrar o que está faltando...
E é como se faltasse "eu mesma" em mim.
É como se eu estivesse longe de mim.
Me sinto vagando num mundo sem chão, sem caminho, sem destino.
E parece que isso é tudo.
Estaria eu presa em algum lugar? Parece...
Não sei.
Não sei de nada, não quero nada e não sinto nada...
Mas sinto.
E sinto que sei mas não sei onde está nada...
Onde está meu querer? Minha tristeza, minha alegria?
De onde vem? Por que vem?
Me bastaria não saber, se ela desaparecesse.
Mas se não some, preciso entender, ou (senão) minha mente não aquieta.
Ou não aquieta pela ânsia de entender o que não dá para ser entendido.
E por querer o que não pode ser querido (entender), fica ansiosa. Até entender o que não é para ser entendido.
22/09/2015
vésperas dos meus 30 anos.
Sinto saudade dos meus pais, meus irmãos, minha família.
E é como se, cada vez que eu fosse embora, ficasse um pouco de mim...
E pra cada lugar que vou, sinto falta de algo que não sei.
Será que deixei pra trás?
Ou sempre faltou e nunca senti?
As vezes é como se eu não tivesse dado atenção suficiente, amor suficiente...
Como se eu não estivesse estado o suficiente com eles. Presente o suficiente.
Estar presente... ser presente... SER.
Eu paro, respiro fundo, na esperança de encontrar o que está faltando...
E é como se faltasse "eu mesma" em mim.
É como se eu estivesse longe de mim.
Me sinto vagando num mundo sem chão, sem caminho, sem destino.
E parece que isso é tudo.
Estaria eu presa em algum lugar? Parece...
Não sei.
Não sei de nada, não quero nada e não sinto nada...
Mas sinto.
E sinto que sei mas não sei onde está nada...
Onde está meu querer? Minha tristeza, minha alegria?
De onde vem? Por que vem?
Me bastaria não saber, se ela desaparecesse.
Mas se não some, preciso entender, ou (senão) minha mente não aquieta.
Ou não aquieta pela ânsia de entender o que não dá para ser entendido.
E por querer o que não pode ser querido (entender), fica ansiosa. Até entender o que não é para ser entendido.
22/09/2015
vésperas dos meus 30 anos.
As vezes...
As vezes eu quero que o mundo entenda que estou mal, não para me acolher nem ter pena, mas para justificar minha ausência...
E outras vezes não quero é nada mesmo...
E outras vezes não quero é nada mesmo...
quarta-feira, 18 de junho de 2014
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Um ano atrás...
Apenas por 1h e 15 minutos de atraso.
Há 1h e 15 minutos era ontem.
E ontem era um ano atrás. Desde a última postagem deste blog.
Mas como eu não dormi, e como tudo que sinto estava sentindo antes da meia noite, então considero que o que posto aqui tem um ano, desde a última postagem.
Que coisa...
Será que angústia tem data certa, encontro marcado?
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"As vezes dá vontade de gritar. Falar pra todo mundo da sua dor...
Mas com qual intuito?
Penso eu que é na esperança de que encontremos alguém que nos entenda..."
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"Que sua alegria seja do tamanho da minha dor...
Que os seus sorrisos sejam da quantidade das minhas lágrimas...
Que seus desejos sejam conquistados assim como conquistei a angústia...
Que seus objetivos sejam alcançadas assim como alcancei o limite da minha força...
Que suas conquistas sejam aplaudidas assim como aplaudo meus erros...
Que seus obstáculos desapareçam assim como desapareceu minha esperança...
Que sua tristeza não se propague assim como se propagou a minha...
Que meus versos não tirem a alegria de ninguém, assim como "a vida" me tirou você...
Que você seja feliz.
Pois assim ao menos restará um rastro de felicidade dentro de mim..."
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